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Indígenas de todo o país clamam por Justiça em Brasília

Cerca de 4.000 indígenas de todo o país estiveram esta semana em Brasília para clamar por Justiça durante a 15ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL). Participaram da mobilização em torno de 400 indígenas de Pernambuco, dos povos Xukuru, Atikum, Fulni-ô, Pankaiuká, Pankará, Potiguara, Kambiwá, Kambiwá, Kapinawa, Pipipã, Potiguara, Tuxá, Truká e Pankararu. O MIRIM Brasil defende as demandas dos povos indígenas e o ATL.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, o cacique Marcos Xucuru explicou o que significa Justiça para os povos indígenas. Abaixo compartilhamos o vídeo e a sua descrição:

“Justiça é o nosso território nas nossas mãos. Justiça é termos uma saúde de qualidade, que respeita nossa especificidade. Justiça é termos nossa educação, específica e diferenciada, respeitando os princípios e valores de cada povo. É o nosso território não ser invadido, é nossa liderança não ser assassinada. Então, tudo isso significa e representa Justiça para todos nós. É isso que estamos fazendo aqui na Esplanada dos Ministérios, na frente do Supremo Tribunal Federal: querendo Justiça. Nós estamos aqui nesta marcha exatamente com essa palavra de ordem: Justiça! Com toda essa situação que hoje representa no nosso país, para levar ao conhecimento de toda a sociedade, não só brasileira, mas do mundo, o que vem acontecendo com os povos indígenas no nosso país”.

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A voz que guiou este vídeo é do cacique Marcos Xukuru. Ele e seu povo vivem em um território indígena na Serra do Ororubá, em Pesqueira, Agreste pernambucano, e marcharam esta semana até Brasília para o 15° Acampamento Terra Livre (ATL). Além dos Xukurus, também estão no ATL 2019 os povos indígenas de Pernambuco Atikum, Fulni-ô, Pankaiuká, Pankará, Potiguara, Kambiwá, Kambiwá, Kapinawa, Pipipã, Potiguara, Tuxá, Truká e Pankararu. Cerca de 4.000 indígenas de todo Brasil participam da mobilização para chamar a atenção para os seus direitos. O MIRIM Brasil defende as reivindicações indígenas e o ATL. Filmado e editado por Fernanda Ligabue e imagens de drone de Léo Otero. Via: @midianinja

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