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MIRIM passa a integrar Direção Executiva Nacional da Abong

O MIRIM Brasil passou a fazer parte da Direção Executiva da Abong (Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais). A eleição do novo Conselho Diretor para o triênio 2019‐2022 foi realizada no fim de março, em São Paulo, durante Assembleia Geral da associação.

A presidenta do MIRIM, Sylvia Siqueira Campos, representa a entidade na Abong. Também compõem a Direção Executiva recém-eleita: Athaye José da Motta Filho, do Ibase (RJ); Débora Rodrigues da Silva, do Vida Brasil (BA); Eleutéria Amora, da Camtra (RJ); Elisety Veiga Maia, da Sociedade Paraense de Direitos Humanos (PA); Evanildo Barbosa da Silva, da Fase (RJ); Iara Pietricovsky de Oliveira, do Inesc (DF); e Mauri Cruz, do Camp (RS).

“As organizações de defesa de direitos e democracia são importantes para fortalecer a sociedade brasileira. Um dos focos do MIRIM nessa construção nacional é a não criminalização das entidades de luta por direitos e a reforma do sistema político”, declara Sylvia.

O Conselho Diretor é a instância máxima de gestão democrática e participativa e é composto por uma grande diversidade de lideranças nacionais de todas as regiões do Brasil, com grande representatividade de mulheres, de negros e negras, jovens, defensoras e defensores de direitos humanos, humanistas, e de um amplo leque de profissionais ligadas às mais variadas causas e políticas públicas.

Seminário Nacional

Também no fim de março foi realizado o 2º Seminário Nacional da Abong, que reuniu dezenas de organizações e movimentos sociais do campo da defesa dos direitos e dos bens comuns para discutirem o atual contexto do capitalismo mundial, as agendas e causas da resistência e da afirmação de um outro mundo possível e necessário, a importância dos protagonismos das mulheres, das mulheres negras, dos povos indígenas, das comunidades LGBTQI+, das juventudes, dos povos da floresta, das defensoras e defensores dos direitos humanos, econômicos, sociais e ambientais.

Ao final do Seminário Nacional e da Assembleia Geral, a Abong afirmou suas orientações estratégicas para o próximo período: 1. articular a resistência, radicalizar a democracia e a defesa dos direitos e dos comuns; 2. denunciar o atual modelo de desenvolvimento articulando com o debate sobre novos paradigmas e práticas para outro mundo possível; 3. defender um ambiente favorável para a atuação autônoma dos movimentos e organizações da sociedade civil; 4. fortalecer a Abong, sua base associativa e sua democracia interna.

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